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	<title>iG - Blogs e Colunistas &#187; Esportes</title>
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	<description>Lista completa de todos os blogs e colunas presentes no portal iG</description>
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		<title>O FUTURO DE LEBRON</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 13:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fábio Sormani</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[O encontro de LeBron James com a mídia na última sexta-feira aumentou ainda mais o suspense quanto ao futuro do jogador. LBJ falou em letras garrafais que ele estará buscando título e não dinheiro no futuro.
Ou seja: quando seu contrato com o Cleveland terminar, ao final desta temporada, ele vai levar em consideração o potencial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O encontro de LeBron James com a mídia na última sexta-feira aumentou ainda mais o suspense quanto ao futuro do jogador. LBJ falou em letras garrafais que ele estará buscando título e não dinheiro no futuro.</p>
<p>Ou seja: quando seu contrato com o Cleveland terminar, ao final desta temporada, ele vai levar em consideração o potencial técnico e não financeiro de seu futuro time — que pode ser o Cavs também, diga-se.</p>
<p>Mas eu não acredito que King James vá ficar em Ohio. O Cleveland dá mostras de que é franquia que não consegue pensar grande.</p>
<p>Ficou claro, após a última temporada, que LeBron <em>(foto AP)</em>, sozinho, não vai ganhar títulos. Precisa de apoio — e um treinador competente.<img class="alignright size-full wp-image-8158" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/16af2_LBJ.jpg" alt="Cavaliers Knicks Basketball" width="286" height="345" /></p>
<p>Danny Ferry, gerente geral do Cavs, foi atrás de Shaquille O’Neal para reforçar a equipe. Até agora não funcionou — e eu duvido que vá funcionar, muito embora, antes de a bola subir pela primeira vez nesta temporada, eu acreditava que pudesse dar certo.</p>
<p>Mas não está dando. Basta olhar os números.</p>
<p>Na vitória de ontem diante do Knicks, em Nova York, Shaq, uma vez mais, jogou poucos minutos: 19. Marcou apenas sete pontos e pegou míseros quatro rebotes.</p>
<p>Na temporada, tem médias de 11.1 pontos, 7.4 rebotes e cerca de 26 minutos de permanência em quadra.</p>
<p>Que ajuda é essa que Shaq tem dado ao time e principalmente a LeBron James? Quase nenhuma.</p>
<p>O time patina neste início de competição e, pelo menos por enquanto, não dá esperança alguma a seus torcedores de que pode brigar pelo título.</p>
<p>Quanto a Mike Brown, alguns parceiros deste botequim já haviam me alertado sobre suas limitações. E elas existem mesmo: ele não consegue criar um time em quadra que consiga gravitar ao redor de LeBron James.</p>
<p>Brown aceitou passivamente a oferta de Ferry com a contratação de Shaquille O’Neal como solução dos problemas da falta de apoio a LBJ. Ou, pior ainda, acreditou que Shaq pudesse ser o princípio de dias melhores.</p>
<p>Ele, como treinador, deveria ter detectado que isso (a contratação de Shaq) não seria suficiente. Não conseguiu.</p>
<p>Voltou a apostar em jogadores como Mo Williams e Delonte West. Mo é instável em quadra; Delonte na vida pessoal.</p>
<p>Quem cresceu demais de produção nesta temporada em comparação com a anterior foi Anderson Varejão. Ontem, pela primeira vez no campeonato, veio do banco.</p>
<p>Mas foi o grandalhão do Cavs que mais tempo permaneceu em quadra: 35 minutos. Fez oito pontos, pegou 14 rebotes, deu dois tocos e fez dois desarmes.</p>
<p>No campeonato, tem médias de 8.6 pontos e 9.4 rebotes. Nos últimos cinco jogos, o capixaba está com 11.1 rebotes de média.</p>
<p>Mas a gente sabe muito bem que Varejão vai ajudar o time a ganhar jogos — e quem sabe o campeonato — na defesa. No ataque, pouco pode se esperar dele. Pode funcionar como uma espécie de Dennis Rodman.</p>
<p>Mas quem será o Scottie Pippen de LeBron? Há que se ter um jogador que auxilie LBJ nesta missão; e no momento não há.</p>
<p>Por tudo isso eu acho que ele não fica em Cleveland.</p>
<p><strong>FUTURO<br />
</strong><br />
De acordo com as leis da NBA, uma franquia pode oferecer um máximo de US$ 120 milhões em seis anos de contrato para um jogador renovar seu contrato. Apenas o Cleveland tem condições de fazer isso.</p>
<p>Muito bem; depois, apenas New Jersey e New York têm condições de oferecer o máximo que qualquer outra equipe pode oferecer: US$ 90 milhões por cinco anos de acordo.</p>
<p>Ontem, no Garden nova-iorquino, um torcedor com a camisa do Knicks com o número 23, e nela contida a inscrição “King James”, carregava um cartaz com a contagem regressiva para o final da temporada: 236 dias.</p>
<p>Os “new yorkers” sonham com LeBron. Mas eu também acho difícil que isso vá ocorrer.</p>
<p>Nova York daria mais visibilidade a LBJ e derramaria sobre ele todo o seu glamour de maior cidade do planeta ao lado de Paris. E título?</p>
<p>Não acredito. Embora o time seja um dos queridinhos da mídia norte-americana, o Knicks não é uma franquia vencedora; falta-lhe camisa.</p>
<p>Ah, mas o Chicago também não era e Michael Jordan ganhou seis títulos com a 23 tricolor. Sim, mas LeBron não é MJ; se fosse, já teria levado o Cleveland ao título.</p>
<p>Se em Nova York o cenário é este, imagine em New Jersey! Também não acho que LBJ vá para lá.</p>
<p>Fala-se muito na possibilidade de o Miami contratá-lo — bem como a Chris Bosh. O Heat teria espaço em seu “cap” para ofertar um bom dinheiro aos dois, mas não toda esta quantia mencionada acima (confesso que não sei quanto, se alguém souber, por favor, manifeste-se).</p>
<p>Aí o Miami ficaria com um quinteto com Mario Chalmers, Dwyane Wade, LeBron James, Michael Beasley e Chris Bosh. Seria quase que o time titular dos EUA que ganharam a medalha de ouro em Pequim.</p>
<p>É aí que eu aporto o meu barquinho: se LeBron estiver realmente pensando em ganhar um anel — ou melhor, anéis —, ele acabará no Sul da Flórida.</p>
<p><strong>RODADA<br />
</strong><br />
Por falar em Miami, o Heat deu uma sova em um dos invictos da competição: bateu o Denver por 96-88. Os oito pontos finais enganam, pois a vantagem do Miami chegou a 28. No final, eles colocaram o pé no freio. Nenê Hilário anotou 11 pontos e pegou oito rebotes; sentiu a falta de Kenyon Martin, que saiu machucado depois de ter atuado apenas 12 minutos.</p>
<p>Outro invicto que caiu foi o Celtics (aliás, não há mais invictos no torneio). O alviverde de Massachusetts perdeu para o Phoenix em Boston! Dá para acreditar? Pois acredite: 110-103. Leandrinho Barbosa mais uma vez ficou de fora, contundido. Jason Richardson arrebentou a boca do balão com seus 34 pontos.</p>
<p>Já que o assunto é pontuação, o que dizer dos 41 que Kobe Bryant anotou diante do Memphis em Los Angeles? Foram fundamentais para que o time vencesse, pois seus dois pivôs titulares, Pau Gasol e Andrew Bynum, não jogaram por estarem lesionados. Com 34.5 pontos de média por partida, Kobe é o cestinha do campeonato no momento.</p>
<p>Vamos fechar o nosso papo com as decepções: 1) O San Antonio voltou a perder: 96-84 para o Blazers, em Portland; 2) O Atlanta foi esmagado pelo Charlotte, na Carolina do Norte, por 103-83; 3) O Washington somou mais um revés na competição: 102-86 para o Indiana; 4) O Oklahoma City, que conta com uma enorme simpatia dos torcedores e demonstra pouca eficiência em quadra, perdeu novamente: agora para o Houston, por 105-94.</p>
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		<title>TRABI NA TELINHA</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 03:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (cansou, mas foi legal) &#8211; O sumiço deste que vos bloga durante a sexta-feira deveu-se a viagem não muito longa, mas demorada, a uma pequena cidade do interior onde mora um dos cinco Trabants que sei que vivem em território nacional — tem um que pertencia ao museu da ULBRA e outros três que foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> <em>(cansou, mas foi legal)</em> &#8211; O sumiço deste que vos bloga durante a sexta-feira deveu-se a viagem não muito longa, mas demorada, a uma pequena cidade do interior onde mora um dos cinco Trabants que sei que vivem em território nacional — tem um que pertencia ao museu da ULBRA e outros três que foram fotografados em plataformas na avenida dos Bandeirantes, meses atrás, e me foram enviadas por um blogueiro; seu destino, desconheço.</p>
<p>Esse 1971 pertence a um grande amigo, amante dos dois tempos e das coisas da DDR, e como segunda-feira faz 20 anos da queda do Muro, achei que seria uma boa ocasião para transformá-lo em tema da minha matéria semanal para o &#8220;Limite&#8221;, da ESPN Brasil. Adorei visitá-lo, entre outras coisas porque pude matar um pouquinho da insuportável saudade que sinto de Gerd.</p>
<p>A reportagem vai ao ar terça que vem às 22h. Tomara que tenha ficado legal.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-122601" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/2506d_pj-015.JPG" alt="pj 015" width="680" height="510" /></p>
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		<title>PANCADA NOS COREANOS</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (essa doeu) &#8211; Como vocês sabem, não cubro indústria automobilística. Adoro dar palpites sobre carros e falo pelos cotovelos, sim. Mas não estou nem perto da turma especializada, que tem como figura de proa (adoro &#8220;figura de proa&#8221;) Jorge Meditsch, com passagens pelas principais revistas e jornais brasileiros e, hoje, à frente do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-122598" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/7baa0_hyundai-logo-300x225.jpg" alt="hyundai-logo" width="300" height="225" /><strong>SÃO PAULO</strong><em> (essa doeu)</em> &#8211; Como vocês sabem, não cubro indústria automobilística. Adoro dar palpites sobre carros e falo pelos cotovelos, sim. Mas não estou nem perto da turma especializada, que tem como figura de proa (adoro &#8220;figura de proa&#8221;) Jorge Meditsch, com passagens pelas principais revistas e jornais brasileiros e, hoje, à frente do site &#8220;AutoEstrada&#8221;. Assim, quando leio um texto de alguém como o Jorge com críticas tão severas a uma montadora, paro para pensar. Foi o caso depois de ler <a href="http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?file=analise&amp;id=52" target="_blank">esta coluna aqui</a>, sobre a Hyundai.</p>
<p>A marca coreana é representada no Brasil pela CAOA, que também já esteve ligada à Renault e outras marcas. A Subaru, por exemplo, é uma das que me lembro. E, nos últimos meses, o tom da publicidade que a CAOA usa para promover os Hyundai tem parecido, mesmo, meio exagerado. Tudo é melhor do mundo. A fábrica, que não existe, aparece em tudo que é anúncio. E olha que os caras gastam&#8230;</p>
<p>Meditsch desmente todas as afirmações das propagandas da Hyundai com dados concretos. Numa semana em que esculhambei aqui com as SUVs, entre elas as fabricadas pelos coreanos, achei que seria pertinente recomendar a leitura&#8230;</p>
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		<title>SEMANA DO MURO (5)</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 02:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Gomes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (vou!) &#8211; A Cinemateca, aqui em São Paulo, abriu nesta sexta-feira uma mostra com 18 filmes feitos na Alemanha Oriental. São produções quase desconhecidas no Ocidente, já que sua exibição ficava restrita ao Leste e a eventuais festivais alternativos por aí. As informações e a programação estão aqui. A mostra vai até o dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> <em>(vou!)</em> &#8211; A Cinemateca, aqui em São Paulo, abriu nesta sexta-feira uma mostra com 18 filmes feitos na Alemanha Oriental. São produções quase desconhecidas no Ocidente, já que sua exibição ficava restrita ao Leste e a eventuais festivais alternativos por aí. As informações e a programação estão <a href="http://www.cinemateca.gov.br/programacao.php?id=58" target="_blank">aqui</a>. A mostra vai até o dia 22 em SP com vários horários disponíveis para todos os filmes. Depois, segue para Brasília, no CCBB. Tentarei ver todos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-122593" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/57b5c_mostraddr.jpg" alt="mostraddr" width="680" height="940" /></p>
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		<title>TARDA, MAS NÃO FALHA</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 23:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Flávio Gomes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO (ou Senegal?) &#8211; Bom dia, macacada. Sei que já é de noite, mas foi uma sexta-feira inteira fora da cidade gravando matéria para o &#8220;Limite&#8221;, e só agora este belo laptop pôde ser ligado. Sem problemas. Tem bastante coisa para animar o fim de semana. Começando com a coluna Warm Up de hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO</strong> <em>(ou Senegal?)</em> &#8211; Bom dia, macacada. Sei que já é de noite, mas foi uma sexta-feira inteira fora da cidade gravando matéria para o &#8220;Limite&#8221;, e só agora este belo laptop pôde ser ligado. Sem problemas. Tem bastante coisa para animar o fim de semana. Começando com a coluna <a href="http://esporte.ig.com.br/grandepremio/formula1/2009/11/06/coluna+warm+up+o+japones+que+faz+falta+9036024.html" target="_blank">Warm Up de hoje</a>, sobre Toyota, Kobayashi e japoneses em geral.</p>
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		<title>En efectivo, claro!!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 22:33:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Cleto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito mudou em Buenos Aires nos últimos anos. Em especial os argentinos. Provavelmente por mais de uma razão, os hermanos baixaram a bola e estão mais afáveis e simpáticos, para não escrever agradáveis e educados. Não vou entrar na sociologia do fato, fico na constatação &#8211; talvez o Martin H., que tem mais ferramentas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito mudou em Buenos Aires nos últimos anos. Em especial os argentinos. Provavelmente por mais de uma razão, os hermanos baixaram a bola e estão mais afáveis e simpáticos, para não escrever agradáveis e educados. Não vou entrar na sociologia do fato, fico na constatação &#8211; talvez o Martin H., que tem mais ferramentas para tal se anime.</p>
<p>Alguns detalhes chamam a atenção, não por ser importantes, simplesmente por eu estar nas ruas. A economia deles ainda está no início do processo da incorporação do cartão de crédito. Contas de restaurantes podem ser pagas em cartão, boa parte das vezes, mas nem sempre – é bom perguntar antes. O serviço, que nunca vem embutido na conta &#8211; como o Brasil, que assumiu de vez esse péssimo e rude hábito, pois induz ao serviço mal feito &#8211; só pode ser pago “en efectivo”.</p>
<p>Argentinos são extremamente prolixos. É uma viagem ouvir rabos de conversas deles ou mesmo conversar com eles. Não tão rao parece conversa de doido. Eles vão por caminhos que parece não encontrar nexo ou um fim. No final acabam concordando com um sempre presente &#8220;claro!!!&#8221;</p>
<p>O que pode nos levar à loucura, ou pelo menos nos fazer colocar, literalmente, o pé na merda são os cachorros. O que o pessoal gosta de um cão é brincadeira. Até aí, tudo bem. O duro, o mole seria o mais correto escrever, é que eles não têm o civilizado hábito de carregar aqueles saquinhos plásticos e recolher os rejeitos caninos. Não mesmo. Sem a menor cerimônia, a cachorrada vai se aliviando e os argentinos se quedam com aquela cara de paisagem, como se não fosse com eles. Para não voltar para casa carimbado há que se caminhar com um olho na paisagem e outro no chão.</p>
<p>Como não podia deixar de ser, as mulheres me chamam a atenção. Só que, agora, por razão distinta. Eu sempre vim à Argentina com a expectativa de encontrar, ou pelo menos ver, lindas mulheres pelas ruas. Bem, se elas continuam por aqui, na mesma proporção de antes, devem estar saindo de casa em horário distinto do meu.</p>
<p>Onde estão as mulheres esguias, com calças jeans apertadas, botas, cabelos soltos e bem tratados, rostos interessantes, olhar de “soy más jo”? As argentinas deixaram de ser patricinhas e se tornaram mulheres. Talvez aquelas outras fosse um engodo. Se pensar bem no assunto, o que não faço, os homens também mudaram. Aqueles cabeludos, de eternos blazers” azuis e pintas de galãs de filme argentino, “por supuesto”, também não se vê mais.</p>
<p>Hoje se vê mais os “negros” pelas ruas. Óbvio que não me refiro a negros – só vi dois até agora – e sim aqueles descendentes dos índios, tipo Maradona, que recheiavam as areas menos favorecidas no país e a quem eles se referem, carinhosamente, eu suponho, como &#8220;negro&#8221;. Pelo sotaque, também parece haver mais latino-americanos por aqui do que antes.</p>
<p>Os argentinos continuam se indignando muito mais do que nós, o que nos deveria servir de exemplo e inspiração. Odeio essa coisa do brasileiro virar a outra face para tudo de errado que fazem conosco – de políticos sem vergonha a imbecis que param os carros na calçada como se os pedestres fossem lixo. Por isso não entendo como por aqui o pedestre segue sendo invisível. Você que tente entrar na frente de um carro ou, pior, de um ônibus, para atravessar a rua.</p>
<p>Fora isso, a cidade continua extremamente interessante de se passear. Pela diversidade, pela arquitetura, pelo verde, pela dramaticidade, pelo equilíbrio da provincia com a metrópole, assim como das pequenas ruas arborizadas com as enormes avenidas, todas repletas de plátanos, pela hospitalidade de se caminhar, pelas livrarias e os cafés. Pelos argentinos nas ruas, menos pesado e, apesar das eternas dificuldades que de maneira perene assolam o país, mais de bem com a vida.</p>
<p>Mas o que salta aos olhos é a simpatia ou, no mínimo, a ausência de antipatia que eles mostram com os hermanos do norte. O que me deixa contente, pois sempre fui fã dos argentinos e incomodava a maneira como se comportavam conosco. Gosto daqui e gosto, agora ainda mais, deles. E cá entre nós, que bela cidade é Buenos Aires.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-9882" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/0d3f3_DSC02694-300x225.jpg" alt="DSC02694" width="300" height="225" /> <em> Buenos Aires aos meus pés.</em></p>
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		<title>Domingo de decisões que nada vão decidir</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/domingo-de-decisoes-que-nada-vao-decidir/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Neves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[E está aí o domingo em que o sempre soberbo, invejado e vencedor Tricolor do Morumbi viverá um dia de secador e invejoso.
Galo, Urubu e Periquito jogarão neste domingo à tarde de penas em pé sob os olhares atentos do torcedor do São Paulo, o time que tem os jogos mais fáceis ou menos difíceis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E está aí o domingo em que o sempre soberbo, invejado e vencedor Tricolor do Morumbi viverá um dia de secador e invejoso.</p>
<p>Galo, Urubu e Periquito jogarão neste domingo à tarde de penas em pé sob os olhares atentos do torcedor do São Paulo, o time que tem os jogos mais fáceis ou menos difíceis nesta reta de chegada do Brasileirão 2009.</p>
<p>O Galo, que será o campeão, tem as maiores pedreiras, mas o que é que já foi fácil na vida do time que tem a torcida mais vibrante do mundo?</p>
<p>E neste domingo no Mineirão o Flamengo que atuará “desfalcado de Wright, Aragão e Marcio Rezende” sofrerá a maior pressão já vivida por um time visitante na história de nosso futebol.</p>
<p>La Bombonera é pinto!</p>
<p>Serão 150 milhões atleticanos da Massa no Mineirão!</p>
<p>Mas, interessante, Galo e Palmeiras dependem “só” deles mesmos rumo ao título, ao contrário são Paulo.</p>
<p>Mas Atlético e Verdão têm confronto direto e o São Paulo “quatro molezas” pela frente.</p>
<p>Ganhando os quatro jogos, fica com 99% do título, entendo.</p>
<p>Mas tudo é chute e ninguém sabe nada, só Deus!</p>
<p>E Ele não fala porque tem coisa muito mais importante para fazer.</p>
<p>************</p>
<p>Não faça nunca o que fiz entre 4 da manhã de 5ª feira &#8211; saindo dos estúdios da Rádio Bandeirantes às 4 da madrugada &#8211; e 6 da manhã de 6ª feira, voltando de Cuiabá-MT.</p>
<p>Lá, foi lindo e emocionante.</p>
<p>Fiz palestra esportiva de Copas do Mundo para cerca de 600 pessoas e recebi o título de Cidadão Mato-Grossense.</p>
<p>Foi uma honra, mas a viagem uma loucura e velhinho como estou cheguei tão em forma quanto o jornalista Luciano Faccioli correndo a São Silvestre em 2008.</p>
<p>*************</p>
<p>Sendo até cruel, mas realista com o Flu e o Rio em minhas tribunas de mídia eletrônica de rádio, TV e internet, recebi mais de 5.000 xingamentos cariocas.</p>
<p>Respeito, agradeço, mas mantenho: o Flu, que derrotou o Cruzeiro domingo passado, teve no Mineirão seu canto do cisne.</p>
<p>E o Rio precisa mesmo deixar de maquiar seus problemas de segurança e de Morros, os Jardins Suspensos do Inferno.</p>
<p>E não se trata de arrogância ou de justificativa barata, não.</p>
<p>Aliás, nada é pior e asqueroso do que errar e vir depois com desculpas esfarrapadas.</p>
<p>Assim, você de crítico, batalhador e sério acusador, acaba virando um patético, crônico, cômico, assustado e desesperado justificador barato.</p>
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		<title>HISTÓRIAS DAS COPAS 148</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 15:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Patrick</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a entrada de Paulo César Caju no lugar de Gérson, que estava machucado, o Brasil enfrentou a Inglaterra pela 2ª rodada da 1ª fase da Copa de 70, num encontro entre os dois últimos campeões do mundo. No começo do jogo, aos 10 minutos, o goleiro inglês Gordon Banks evitou gol de cabeça de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a entrada de Paulo César Caju no lugar de Gérson, que estava machucado, o Brasil enfrentou a Inglaterra pela 2ª rodada da 1ª fase da Copa de 70, num encontro entre os dois últimos campeões do mundo. No começo do jogo, aos 10 minutos, o goleiro inglês Gordon Banks evitou gol de cabeça de Pelé na maior defesa de todos os tempos na história das copas. A partida equilibrada foi decidida aos 14 minutos do segundo tempo, depois de grande jogada de Tostão, passe de Pelé e o gol de Jairzinho para garantir a vitória brasileira por 1&#215;0.</p>
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		<title>Campanha de Luxa no Brasileiro-09 é uma de suas piores na história</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:46:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Futebol em Números</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo e opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[
Técnico que mais vezes ganhou o Campeonato Brasileiro (cinco), Vanderlei Luxemburgo vem fazendo uma de suas piores campanhas na história da competição. Em 2009, dirigindo Palmeiras e depois Santos, Luxa conquistou 49,4% dos pontos que disputou em 27 partidas (10 vitórias, 10 empates e 7 derrotas). Somente em 2001, pelo Corinthians (42%), em 1990, pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-large wp-image-774 aligncenter" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/9ace3_Luxa.jpg" alt="Vanderlei Luxemburgo" width="461" height="364" /></p>
<p>Técnico que mais vezes ganhou o Campeonato Brasileiro (cinco), Vanderlei Luxemburgo vem fazendo uma de suas piores campanhas na história da competição. Em 2009, dirigindo Palmeiras e depois Santos, Luxa conquistou 49,4% dos pontos que disputou em 27 partidas (10 vitórias, 10 empates e 7 derrotas). Somente em 2001, pelo Corinthians (42%), em 1990, pelo Bragantino (47,6%), e nos anos 80, quando ainda estava no início da carreira, Luxa foi pior.</p>
<p>Até hoje, Luxemburgo já participou de 17 edições do Brasileirão (em 1986 comandou o Fluem apenas um jogo). Dessas, foi campeão em cinco (1993, 1994, 1998, 2003 e 2004) e foi vice em 2007. Até hoje, Luxa já comandou 9 clubes diferentes: Bragantino, Campo Grande, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Palmeiras, Paraná e Santos. No Palmeiras, foram 7 campeonatos (1993, 1994, 1995, 1996, 2002, 2008 e 2009).</p>
<p>Já no Santos, Luxa esteve no comando do time em 5edições (1997, 2004, 2006, 2007 e 2009). De todas as passagens, essa de 2009 é a pior (veja abaixo). Para piorar, Luxemburgo ainda tem uma preocupação, ainda que pequena, de lutar contra o rebaixamento. Feito raro em sua vitoriosa carreira.</p>
<p>Luxemburgo pelo Santos em Brasileiros:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="549">
<col width="68"></col>
<col width="135"></col>
<col span="4" width="44"></col>
<col width="124"></col>
<tbody>
<tr>
<td width="68" height="16"><strong>Ano</strong></td>
<td width="135"><strong>Colocação</strong></td>
<td width="44"><strong>J</strong></td>
<td width="44"><strong>V</strong></td>
<td width="44"><strong>E</strong></td>
<td width="44"><strong>D</strong></td>
<td width="124"><strong>Aproveitamento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1997</td>
<td width="135">Santos (7º)</td>
<td width="44">31</td>
<td width="44">14</td>
<td width="44">6</td>
<td width="44">11</td>
<td width="124">51,60%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2004</td>
<td width="135">Santos (1º)</td>
<td width="44">41</td>
<td width="44">25</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">8</td>
<td width="124">67,50%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2006</td>
<td width="135">Santos (4º)</td>
<td width="44">38</td>
<td width="44">18</td>
<td width="44">10</td>
<td width="44">10</td>
<td width="124">56,10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="18">2007</td>
<td width="135">Santos (2<sup>o</sup>)</td>
<td width="44">38</td>
<td width="44">19</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">14</td>
<td width="124">57,00%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2009</td>
<td width="135">Santos (14º)</td>
<td width="44">20</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">6</td>
<td width="124">46,70%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span> .</span></p>
<p>O desempenho de Luxemburgo em Brasileiros:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="548">
<col width="68"></col>
<col width="135"></col>
<col span="4" width="44"></col>
<col width="124"></col>
<tbody>
<tr>
<td width="68" height="16"><strong>Ano</strong></td>
<td width="135"><strong>Clube</strong></td>
<td width="44"><strong>J</strong></td>
<td width="44"><strong>V</strong></td>
<td width="44"><strong>E</strong></td>
<td width="44"><strong>D</strong></td>
<td width="124"><strong>Aproveitamento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1983</td>
<td width="135">Campo Grande (24º)</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">2</td>
<td width="44">3</td>
<td width="44">3</td>
<td width="124">37,50%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1986</td>
<td width="135">Fluminense (6º)</td>
<td width="44">1</td>
<td width="44">0</td>
<td width="44">0</td>
<td width="44">1</td>
<td width="124">0,00%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1990</td>
<td width="135">Bragantino (8º)</td>
<td width="44">21</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">9</td>
<td width="44">5</td>
<td width="124">47,60%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1991</td>
<td width="135">Flamengo (9º)</td>
<td width="44">19</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">7</td>
<td width="124">50,90%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1993</td>
<td width="135">Palmeiras (1º)</td>
<td width="44">22</td>
<td width="44">16</td>
<td width="44">4</td>
<td width="44">2</td>
<td width="124">78,80%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1994</td>
<td width="135">Palmeiras (1º)</td>
<td width="44">31</td>
<td width="44">20</td>
<td width="44">6</td>
<td width="44">5</td>
<td width="124">73,10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1995</td>
<td width="135">Paraná (13º)</td>
<td width="44">15</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">5</td>
<td width="124">44,40%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1995</td>
<td width="135">Palmeiras (5º)</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">0</td>
<td width="44">3</td>
<td width="124">62,50%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1996</td>
<td width="135">Palmeiras (7º)</td>
<td width="44">25</td>
<td width="44">13</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">5</td>
<td width="124">61,30%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1997</td>
<td width="135">Santos (7º)</td>
<td width="44">31</td>
<td width="44">14</td>
<td width="44">6</td>
<td width="44">11</td>
<td width="124">51,60%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">1998</td>
<td width="135">Corinthians (1º)</td>
<td width="44">32</td>
<td width="44">18</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">7</td>
<td width="124">63,50%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2001</td>
<td width="135">Corinthians (18º)</td>
<td width="44">27</td>
<td width="44">9</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">11</td>
<td width="124">42,00%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2002</td>
<td width="135">Palmeiras (24º)</td>
<td width="44">1</td>
<td width="44">0</td>
<td width="44">1</td>
<td width="44">0</td>
<td width="124">33,30%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2002</td>
<td width="135">Cruzeiro (9º)</td>
<td width="44">23</td>
<td width="44">11</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">7</td>
<td width="124">55,10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2003</td>
<td width="135">Cruzeiro (1º)</td>
<td width="44">46</td>
<td width="44">30</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">8</td>
<td width="124">71,00%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2004</td>
<td width="135">Santos (1º)</td>
<td width="44">41</td>
<td width="44">25</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">8</td>
<td width="124">67,50%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2006</td>
<td width="135">Santos (4º)</td>
<td width="44">38</td>
<td width="44">18</td>
<td width="44">10</td>
<td width="44">10</td>
<td width="124">56,10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="18">2007</td>
<td width="135">Santos (2<span><sup>o</sup></span><span>)</span></td>
<td width="44">38</td>
<td width="44">19</td>
<td width="44">5</td>
<td width="44">14</td>
<td width="124">54,40%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2008</td>
<td width="135">Palmeiras (4º)</td>
<td width="44">38</td>
<td width="44">19</td>
<td width="44">8</td>
<td width="44">11</td>
<td width="124">57,00%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2009</td>
<td width="135">Palmeiras</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">3</td>
<td width="44">3</td>
<td width="44">1</td>
<td width="124">57,10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">2009</td>
<td width="135">Santos</td>
<td width="44">20</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">7</td>
<td width="44">6</td>
<td width="124">46,70%</td>
</tr>
<tr>
<td width="68" height="16">T</td>
<td width="135"></td>
<td width="44"><span>492</span></td>
<td width="44"><span>248</span></td>
<td width="44"><span>114</span></td>
<td width="44"><span>130</span></td>
<td width="124">58,10%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Caridade</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 14:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Esportes Americanos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo e opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Como sempre acontece nos Estados Unidos, o Philadelphia Phillies se preparou para lucrar caso conquistasse a World Series. O time produziu antecipadamente uma porção de camisetas, moletons e bonés comemorativos ao título. Como o New York Yankees foi campeão, o material do Phillies ficaria eternamente guardado num galpão, ou então seria destruído. Pois a World Vision, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre acontece nos Estados Unidos, o Philadelphia Phillies se preparou para lucrar caso conquistasse a World Series. O time produziu antecipadamente uma porção de camisetas, moletons e bonés comemorativos ao título. Como o New York Yankees foi campeão, o material do Phillies ficaria eternamente guardado num galpão, ou então seria destruído. Pois a <a href="http://www.worldvision.org/" target="_blank">World Vision</a>, uma entidade beneficente localizada em Seattle, decidiu doar tudo às vítimas dos terremotos que atingiram a Indonésia em setembro.</p>
<p>A mesma World Vision teve iniciativa idêntica com o material produzido e descartado por Los Angeles Dodgers e Los Angeles Angels, derrotados nas finais de Liga por Phillies e Yankees, respectivamente. Mais de 1300 itens produzidos por essas equipes foram doados. No passado, países como Gana, Zâmbia, El Salvador, Honduras e Romênia foram beneficiados por iniciativas semelhantes.</p>
<p>Aproveitando o assunto&#8230; No Brasil, os clubes de futebol nem cogitam encomendar uma mísera faixa de campeão antes de levantar a taça. A simples reserva de uma boate para a eventual festa do título é tabu por aqui. Quando alguém ousa fazer uma coisa dessas antecipadamente, o adversário encara como desrespeito e usa isso para motivar seus jogadores. É uma das atitudes mais ridículas do atrasadíssimo futebol brasileiro.</p>
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