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	<title>iG - Blogs e Colunistas &#187; Tecnologia e Games</title>
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	<description>Lista completa de todos os blogs e colunas presentes no portal iG</description>
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		<title>Murdoch + Bing versus Google</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:17:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[
Rupert Murdoch, diretor geral da NewsCorp (Fox, MySpace, WSJ entre outros), está muito longe de ser um &#8220;dinossauro que não entende nada de internet&#8221;.
Conforme comentei no post sobre a sua biografia,  as declarações públicas de Murdoch são muito bem pensadas, existe toda uma questão de se posicionar no mercado.
Há duas semanas, o empresário disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/6577a_bing_home01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20537" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/6577a_bing_home01.jpg" alt="Bing - buscador da Microsoft" width="640" height="338" /></a></p>
<p><a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/12/murdoch-para-leigos/" target="_blank">Rupert Murdoch</a>, diretor geral da <a href="http://www.newscorp.com/" target="_blank">NewsCorp</a> (Fox, MySpace, WSJ entre outros), está muito longe de ser um &#8220;dinossauro que não entende nada de internet&#8221;.</p>
<p>Conforme comentei no post sobre a sua <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/12/murdoch-para-leigos/" target="_blank">biografia</a>,  as declarações públicas de Murdoch são muito bem pensadas, existe toda uma questão de se posicionar no mercado.</p>
<p>Há duas semanas, o empresário disse que <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gPUhDn3N2KyeAxdT0AyUhg5SVuyg" target="_blank">impediria o Google de indexar o conteúdo</a> de seus jornais. Segundo ele, o Google &#8220;rouba&#8221; conteúdo dos jornais. Uma declaração meio contraditória se a gente levar em conta que Murdoch sabe da importância do tráfego vindo de buscas orgânicas, que depois pode ser revertido em receita. Nesta segunda-feira, veio o motivo de sua declaração.</p>
<p>Segundo o <a href="http://edition.cnn.com/2009/BUSINESS/11/22/microsoft.news.google.ft/" target="_blank">Financial Times</a>, em informações não-oficiais, a <a href="http://www.newscorp.com/" target="_blank">News Corp</a> estaria em negociação com a Microsoft. Murdoch tiraria o conteúdo de seus jornais do Google, que passaria a ser indexado somente pelo <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, buscador lançado neste ano pela Microsoft.</p>
<p>O <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, no caso, teria exclusividade de conteúdo e pagaria pelo conteúdo dos jornais em seu index. Ou seja, mais uma fonte de receita para os jornais.</p>
<p>É o tipo de estratégia que faz sentido se for feita em conjunto. Se todos os grandes jornais passasem a ser indexados somente pelo <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a>, certamente o buscador da Microsoft ganharia outra relevância. Apenas um grupo de mídia exclusivo no <a href="http://www.bing.com/" target="_blank">Bing</a> não teria tanto efeito.</p>
<p>Antes, <a href="http://www.google.com.br/corporate/execs.html#eric" target="_blank">Eric Schmidt</a>, diretor geral da Google, afirmou que o conteúdo de jornais é muito importante para o Google. A busca do <a href="http://www.iwantmedia.com/people/people83.html" target="_blank">Google depende de boa informação</a>, teria afirmado o executivo.</p>
<p>Para Murdoch, por sua vez, enfrentar o Google não seria absurdo. O barão da mídia enfrentou o lobby dos sindicatos na área de jornalismo nos anos 70. Um gigante que todo mundo achava que era imbátivel. Na cabeça de Murdoch, certamente, é apenas mais uma batalha.</p>
<p>No entanto, caso essa estratégia vá adiante, acredito que o grande teste não será para Murdoch ou a Google. Mas sobre a importância do conteúdo dos sites de jornais para os usuários de internet. Será que por causa desse conteúdo as pessoas mudariam de buscador?</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/06/04/voce-sofre-de-search-overload/" target="_blank"> Você sofre de “Search Overload”?</a></p>
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		<title>Soquetes e processadores: um resumo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 07:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Morimoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Até o 386, os processadores eram soldados ou encaixados em soquetes de pressão. Como a frequência das placas-mãe era fixa e não se usava ainda a multiplicação de clock, não existiam muitos motivos para atualizar o processador.
As coisas mudaram a partir do 486, que marcou a introdução dos soquetes ZIF (Zero Insertion Force), destinados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até o 386, os processadores eram soldados ou encaixados em soquetes de pressão. Como a frequência das placas-mãe era fixa e não se usava ainda a multiplicação de clock, não existiam muitos motivos para atualizar o processador.<br />
As coisas mudaram a partir do 486, que marcou a introdução dos soquetes ZIF (Zero Insertion Force), destinados a [...]</p>
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		<title>Caneca Pac-Man</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BitBlog</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de n?o ser um fan?tico por jogos e nem conhecer muito sobre eles, tenho que dizer que achei essa caneca do Pac-Man (Come-Come nos idos dos anos 80 aqui no Brasil) irada.

Basta voc? encher com sua bebida quente preferida que o labirinto se preenche das bolachas e fantasmas do velho jogo de fliperama.
Via Gearfuse
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de n?o ser um fan?tico por jogos e nem conhecer muito sobre eles, tenho que dizer que achei essa caneca do <a href="http://igshopping.ig.com.br/search?q=pac+man&amp;sectionid=277&amp;pagination.page=1&amp;campaignName=bitblog&amp;campaignKeyWord=post231109" target="_blank">Pac-Man</a> (<em>Come-Come</em> nos idos dos <a href="http://igshopping.ig.com.br/search?q=anos+80&amp;pagination.page=1&amp;sectionid=622&amp;campaignName=bitblog&amp;campaignKeyWord=post231109" target="_blank">anos 80</a> aqui no Brasil) irada.</p>
<p><img src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/65bec_pac-man-mug.gif" alt="pac-man-mug.gif" width="500" height="300" /></p>
<p>Basta voc? encher com sua bebida quente preferida que o labirinto se preenche das bolachas e fantasmas do velho jogo de fliperama.</p>
<p><em>Via <strong>Gearfuse</strong></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por uma internet em tempo giusto</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/por-uma-internet-em-tempo-giusto/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:27:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na hora em que o McDonald`s contrata um chef especializado em slow-food e suas lojas passam a vender água de coco e saladas, e no Japão começa a aparecer a geração fureeta, que acredita que não é preciso trabalhar até se matar, é de se perguntar se o &#8220;slow movement&#8221; não está aos poucos ganhando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_slowclock01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20411" style="border: 0pt none" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_slowclock01.jpg" alt="slowclock01" width="640" height="517" /></a></p>
<p>Na hora em que o McDonald`s contrata um <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI101083-17453,00-A+COMIDA+DO+MCDONALDS+E+BOA.html" target="_blank">chef especializado em slow-food</a> e suas lojas passam a vender água de coco e saladas, e no Japão começa a aparecer a geração <a href="http://chinmusicpress.com/books/kuhaku/literature/glossary/entries/fureeta.html" target="_blank">fureeta</a>, que acredita que não é preciso trabalhar até se matar, é de se perguntar se o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; não está aos poucos ganhando espaço, de forma quase imperceptível.</p>
<p>Em seu livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=823642&amp;sid=896220563111122511589833767&amp;k5=1039FFBE&amp;uid=" target="_blank">Devagar</a> (352 páginas/Editora Record), o jornalista canadense <a href="http://www.carlhonore.com/" target="_blank">Carl Honoré</a> diz que o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; não é panfletário. Pelo contrário, é algo que acontece aos poucos, de forma discreta. De minuto em minuto, as pessoas vão questionar o porquê de fazer tudo rápido. Rapidez sempre quer dizer eficiência? Produtividade? Quantidade é igual a qualidade e relevância?</p>
<p>Honoré escreveu o seu livro em <a href="http://www.amazon.com/Praise-Slowness-Worldwide-Movement-Challenging/dp/0965929361/ref=sr_1_17?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1258921887&amp;sr=8-17" target="_blank">2004</a> e começou a pesquisa para produzi-lo um pouco antes. De lá para cá, bastante coisa aconteceu.</p>
<p>De novidade, o Twitter e a tal da &#8220;<a href="http://mashable.com/2009/05/09/future-real-time/" target="_blank">internet em tempo real</a>&#8221; ajudaram a dar uma nova vida ao &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8220;. Quase sempre quando o homem se fascina pela velocidade surge uma reação.</p>
<p>Dos profissionais mais recentes, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/25/o-fim-da-internet-como-a-terra-prometida/" target="_blank">John Freeman,</a> autor do livro <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/08/25/o-fim-da-internet-como-a-terra-prometida/" target="_blank">A Tirania do email</a>; <a href="http://www.huffingtonpost.com/arianna-huffington/announcing-my-first-pick-_b_310544.html" target="_blank">Arianna Huffington</a>, cofundadora do portal Huffington Post, que, a cada dia, busca equilibrar análise com &#8220;notícias em tempo real&#8221;; e o pesquisador de mídia <a href="http://www.ethanzuckerman.com/blog/" target="_blank">Ethan Zuckerman</a>, da Universidade de Harvard, começaram a questionar o porquê do fascínio pela velocidade na área da comunicação.</p>
<p>O pesquisador Dan Gillmor também <a href="http://twitter.com/dangillmor/status/5543449390" target="_blank">comentou</a> sobre o assunto. Mas fez uma análise apressada. Em uma espécie de maniqueísmo jornalistas versus leitores, dá a entender que o culto à velocidade no jornalismo existe simplesmente devido a busca dos profissionais por competitividade.</p>
<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_fastcar01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20420" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_fastcar01.jpg" alt="fastcar01" width="640" height="425" /></a></p>
<p>Honoré mostra que, ao contrário, o fascínio pela velocidade existe em razão de motivos bem mais complexos.</p>
<p>Vem da própria maneira como pensamos sobre o tempo. Nas tradições filosóficas chinesas, por exemplo, o tempo é visto de forma cíclica. Na tradição ocidental, ao contrário, o tempo é visto de forma linear, como algo que vai de A a B. É finito.</p>
<p>Casado com isso vem a própria necessidade do homem de medir e fracionar com precisão a passagem do tempo &#8211; minutos, segundos e milisegundos.<span> Desde a invenção do quadrante solar egípcio de 1.500 a.C. até a invenção do relógio mecânico no século XVIII, a própria sobrevivência humana era um dos principais estímulos para medir o tempo. </span></p>
<p><span>O tempo era utilizado para saber quando plantar e colher. E com quanto mais precisão o homem medisse o tempo, melhor. A busca pela precisão na medição do tempo virou questão de Estado.<br />
</span></p>
<p>Meio contraditório, mas quanto mais o homem tenta controlar e entender o tempo, mais ele fica refém.</p>
<p>Neste sentido, o relógio é a tecnologia que melhor simboliza essa tentativa do homem de entender e medir o tempo. E o fascínio pela velocidade é mais um daqueles efeitos a longo prazo proporcionados por uma tecnologia, mas que foi subestimado em sua devida época por especialistas .</p>
<p>Na época da invenção do relógio mecânico, especialistas exaltavam e conseguiam ver apenas benefícios (iguais às discussões sobre os efeitos da internet hoje em dia). O homem será mais eficiente, terá mais tempo para fazer outras coisas. Mas ninguém imaginou que, como efeito colateral, o relógio criaria esse vício em velocidade, que perdura até hoje.</p>
<p>Outros autores vão mais longe e acreditam que o fascínio do homem pela velocidade é algo transcendental. Corremos para fugir da morte. A velocidade, no caso, com o estímulo sensorial que provoca, seria uma forma de distração, para fugir da &#8220;consciência de mortalidade&#8221;.</p>
<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_clockgirl01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20428" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_clockgirl01.jpg" alt="clockgirl01" width="640" height="523" /></a></p>
<p>A própria leitura de <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=823642&amp;sid=896220563111122511589833767&amp;k5=1039FFBE&amp;uid=" target="_blank">Devagar</a>, que está em sua 5ª edição no Brasil, ajudou a corroborar a minha teoria de que as ideias do &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; estão ganhando espaço.</p>
<p>Honoré cita duas coisas que vão ao encontro. Uma delas, as gerações mais novas estão lendo mais, estão sabendo equilibrar melhor. Cita o fenômeno de leitura de <a href="http://criancas.uol.com.br/harrypotter/" target="_blank">Harry Potter</a>, livro em média com 700 páginas. <a href="http://www.jkrowling.com/" target="_blank">J. K. Rowling</a>, autora da série <a href="http://criancas.uol.com.br/harrypotter/" target="_blank">Harry Potter</a>, mostrou que ler é uma coisa legal.</p>
<p>E outra &#8211; em relação às gerações anteriores, a atual vê o trabalho de forma diferente.</p>
<p>Quando conversei com a <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/07/16/entrevista-com-a-escritora-e-blogueira-carol-bensimon/" target="_blank">Carol Bensimon</a> aqui, no blog, comentei sobre isso. Um dos aspectos que a nossa geração tem de bom é isso, saber equilibrar melhor lazer, vida familiar e trabalho.</p>
<p>O que, às vezes, deixa de cabelo em pé os setores de Recursos Humanos (RH). Pessoas largam &#8220;grandes empregos&#8221; para ganhar menos, mas ter mais tempo para lazer ou trabalhar com o que gosta. Ou ainda ter o seu próprio negócio, ser o patrão de si mesmo e assim potencialmente conseguir controlar melhor o&#8230; tempo.</p>
<p>Honoré é bem cético em relação a tecnologias que prometem economizar tempo. Na verdade, são as pessoas e a nossa noção de tempo que devem mudar antes de tudo.</p>
<p>Cita o caso do email. Uma de suas propostas era economizar tempo. Mas a facilidade de uso do email levou ao abuso (basta apertar um botão e enviar a mensagem). O resultado final é um montão de mensagens em nossa caixa postal todos os dias e que consome mais ainda o nosso escasso tempo.</p>
<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_queue021.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-20424" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_queue021.jpg" alt="queue02" width="640" height="405" /></a></p>
<p>E é nesse tópico &#8211; escassez de tempo &#8211; que está uma falta evidente no livro de Honoré. Não falar sobre o quanto o tempo virou quase uma moeda hoje em dia. Conscientemente ou não, as pessoas estão percebendo que o seu tempo tem valor, está virando moeda.</p>
<p>Pagamos mais caro na hora de comprar um ingresso para não ter que ficar tanto tempo em filas. Pessoas pagam para baixar música na loja <a href="http://www.apple.com/br/itunes/" target="_blank">iTunes</a> para não terem que perder tempo procurando por uma música na web. Utilizamos o Google não para ter que ficar perguntando a esmo por uma infomação. Ou seja, em parte, utilizamos o Google para economizar tempo.</p>
<p>Por outro lado, achei interessante o jornalista mostrar que o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; está bem longe de ser um movimento de autoajuda, new age ou ludista. Menos ainda, ligado a &#8220;pessoas alternativas&#8221; ou à preguiça. Na realidade é sobre equilíbrio, encontrar o tempo correto para cada coisa.</p>
<p>Cada coisa tem seu tempo. Algumas devem ser rápidas. Outras mais lentas. O problema é que, na maioria das vezes, estamos fazendo tudo rápido.</p>
<p><a href="http://www.carlhonore.com/" target="_blank">Carl Honoré</a> atravessou diversos países para fazer a sua pesquisa sobre o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8220;, que começou enquanto ele ainda era colaborador do jornal canadense <a href="http://www.nationalpost.com/" target="_blank">National Post</a>. O jornalista fala sobre o movimento em diversas áreas  &#8211; gastronomia, educação, relacionamentos, sexo.</p>
<p>Segundo o seu estudo, o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; nasceu na Itália, nos anos 80. Por ironia, no mesmo país onde antes foi lançado o <a href="http://www.cscs.umich.edu/~crshalizi/T4PM/futurist-manifesto.html" target="_blank">Manifesto Futurista</a>, que exaltava a &#8220;beleza da velocidade&#8221;.</p>
<p><a href="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_devagar_capa2.jpg"><img class="size-full wp-image-20512 aligncenter" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/c2b42_devagar_capa2.jpg" alt="devagar_capa" width="256" height="396" /></a></p>
<p>Sobre a vertente mais nova do &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8220;, o &#8220;<strong>slow news movement</strong>&#8220;, é interessante notar que, depois da medicina, a área de jornalismo talvez seja a que mais vive em conflito com o tempo.</p>
<p>Na medicina, velocidade é crucial. Um paciente ferido a bala, por exemplo, precisa ser tratado o mais rápido possível. Segundos se tornam muito importantes.</p>
<p>Mas, ao mesmo tempo, mais rápido nem sempre quer dizer melhor, principalmente em tratamentos. Não é à toa que a medicina alternativa ganha espaço.</p>
<p>No jornalismo, velocidade também é primordial. Não é sem motivos que os produtos do jornalismo têm nomes ligados à questão do tempo. Jornal Hoje, Jornal Zero Hora, 60 minutes.</p>
<p>Ter prazos é bom. Faz o trabalho ficar mais focado. Em seu último livro, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2774165&amp;sid=91203213511331133334448960&amp;k5=283E30D2&amp;uid=" target="_blank">Vida de Escritor</a>, Gay Talesse mostra que a falta de prazo faz você perder o foco. Mas por outro lado a velocidade faz cair a qualidade principalmente em relação à checagem de informações.</p>
<p>E no caso do jornalismo, &#8220;<strong>slow news movement</strong>&#8221; não tem nada a ver com fazer todas as reportagens lentas, mas em buscar o tempo certo. Será que todos os assuntos pedem uma produção rápida, liveblogging? Será que um evento como <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/11/15/o-que-mais-gostei-no-tedxsp/" target="_blank">TedxSP</a> é para ficar tuitando que nem um doido ou mais adequado para depois escrever um post, uma matéria bem trabalhada com várias conexões?</p>
<p>É esse tipo de questão que o &#8220;<a href="http://www.slowmovement.com/" target="_blank">slow movement</a>&#8221; propõe. Cada assunto pede uma velocidade.</p>
<p>Não é fazer tudo rápido nem tudo lento. É o equilíbrio. Buscar o tempo <em>giusto</em> para cada coisa.</p>
<p><em>Parte do livro Devagar está disponível no <a href="http://books.google.com.br/books?id=eAphEYhRBdgC&amp;printsec=frontcover&amp;source=gbs_v2_summary_r&amp;cad=0#v=onepage&amp;q=&amp;f=false" target="_blank">Google Books</a>.</em></p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/10/09/eles-estao-cada-vez-mais-desconectados/" target="_blank"> Eles estão cada vez mais desconectados</a></p>
<p><em>Crédito das fotos: <a href="http://www.freakingnews.com/Clocks-Pictures--1486.asp" target="_blank">KatyKaite</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/viernest/3531901577/" target="_blank">Viernest</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/theaftershock/3283238354/" target="_blank">The After Shock</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/kewei/2872824470/" target="_blank">Kewei</a> e reprodução.<a href="http://www.freakingnews.com/Clocks-Pictures--1486.asp" target="_blank"><br />
</a></em></p>
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		<title>ISA, EISA, VLB e PCI: A corrida dos barramentos</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/isa-eisa-vlb-e-pci-a-corrida-dos-barramentos/</link>
		<comments>http://blogs.ig.com.br/isa-eisa-vlb-e-pci-a-corrida-dos-barramentos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 07:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Morimoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Junto com os processadores, memória RAM e memória cache, outra classe importante de tecnologias são os barramentos, já que são eles os responsáveis por interligar os diferentes componentes da placa-mãe e permitir o uso de periféricos.
Junto com a evolução dos processadores, os primeiros anos da plataforma PC foram marcados por uma corrida em torno de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Junto com os processadores, memória RAM e memória cache, outra classe importante de tecnologias são os barramentos, já que são eles os responsáveis por interligar os diferentes componentes da placa-mãe e permitir o uso de periféricos.<br />
Junto com a evolução dos processadores, os primeiros anos da plataforma PC foram marcados por uma corrida em torno de [...]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frase da semana</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Eu nunca usei o Twitter&#8221;

Surpresa para alguns, confirmação para outros, exemplo da importância atual dos &#8220;ghost writers&#8220;, Barack Obama afirmou nesta semana que não utiliza o Twitter, mas é um defensor da ferramenta.
Veja também:
 O que mais aproxima cidadãos de governantes na web?
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Eu nunca usei o Twitter&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Surpresa para alguns, confirmação para outros, exemplo da importância atual dos &#8220;<a href="http://www.adigaskell.org/blog/2009/11/16/the-value-of-ghost-written-commentary/" target="_blank">ghost writers</a>&#8220;, Barack Obama afirmou nesta semana que <a href="http://www.techcrunch.com/2009/11/15/president-obama-twitter/" target="_blank">não utiliza o Twitter</a>, mas é um defensor da ferramenta.</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/03/25/o-que-mais-aproxima-cidadaos-de-governantes-na-web/" target="_blank"> O que mais aproxima cidadãos de governantes na web?</a></p>
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		<title>Sony “fala” sobre linha PlayStation no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gamer.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Não imaginei que o assunto do post anterior fosse repercutir tanto.
Pelo jeito, nada é mais apaixonante atualmente do que discutir sobre a presença da Sony no mercado brasileiro. É apenas algo que muita gente espera há mais de dez anos (para mais), e finalmente está se tornando verdade, ainda que não da maneira que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não imaginei que o assunto <a href="http://colunistas.ig.com.br/gamerbr/2009/11/18/sony-inicia-venda-oficial-de-games-no-brasil-menos-o-ps3/" target="_blank">do post anterior</a> fosse repercutir tanto.</p>
<p>Pelo jeito, nada é mais apaixonante atualmente do que discutir sobre a presença da Sony no mercado brasileiro. É <em>apenas</em> algo que muita gente espera há mais de dez anos (para mais), e finalmente está se tornando verdade, ainda que não da maneira que a maioria sonhava. A quantidade de comentários criticando a maneira com que a empresa começou a vender seus consoles e jogos por aqui é uma prova disso. O brasileiro quer mais, por menos, e melhor. Não que exista algum problema nisso.</p>
<p>Ontem à noite, quinta, 19 de novembro, recebi um e-mail de uma certa assessoria de imprensa: era o release finalmente oficializando a comercialização dos produtos PlayStation no País. É a primeira vez desde junho que a Sony se manifesta  diretamente sobre o assunto no Brasil, então acho que isto vale ser divulgado na íntegra. Confira:</p>
<p><em>A  Sony Computer Entertainment America (SCEA), por meio de sua parceria de  distribuição exclusiva com a Sony Brasil Ltda., está expandindo seus negócios na  América Latina com o lançamento da linha PlayStation® no Brasil. A partir deste  mês, os jogadores e entusiastas do entretenimento podem adquirir o PlayStation ®  2, o console mais vendido no mundo, além de dezenas de títulos de games que  estarão disponíveis em mais de mil lojas de varejo em todo o País.</em><em> </em></p>
<p><em>O  lançamento destaca o compromisso da SCEA em expandir os negócios da linha  PlayStation na América Latina e marca o início de uma operação de duas fases  para implantação dos produtos e serviços da categoria aos consumidores em todo o  País. O Brasil é o lar de uma grande comunidade de entusiastas de jogos,  tornando o País o local ideal para a  SCEA introduzir a experiência do PlayStation para uma nova legião de fãs.<br />
</em></p>
<p><em>Mais  de 14 títulos de softwares recém-lançados estão disponíveis para compra no  Brasil, em diversos gêneros, desde esportivos, passando por ação, até aventura.  Isso inclui títulos como Gran Turismo 4 ®, um dos jogos de maior sucesso para o  PlayStation 2, e o aclamado God of War II ®. Os consumidores  brasileiros  terão a oportunidade de testar estes e outros títulos de software em exibição  especial nos varejistas selecionados, o que vai proporcionar uma visão completa  da experiência única de entretenimento que apenas PlayStation oferece.<br />
</em></p>
<p><em>O  PlayStation  2 será vendido em lojas de varejo de todo o Brasil por R$ 799. Lançamentos e  jogos em catálogo para o PlayStation 2 serão vendidos por R$ 119 e R$ 99,  respectivamente. Além disso, estarão disponíveis acessórios para PlayStation 2,  como o controle analógico DUALSHOCK ® 2 e cartões de  memória.</em></p>
<p><em>Para  obter mais informações sobre o PlayStation, acesse <a href="http://www.us.playstation.com/" target="_blank">www.us.playstation.com/</a></em><em><br />
Para  obter mais informações sobre o PlayStation na América Latina, acesse  <a href="http://www.sony-latin.com/playstation" target="_blank">www.sony-latin.com/playstation<br />
</a><br />
***<br />
</em><br />
Como visto, nenhuma única menção ao <strong>PlayStation 3</strong> ou ao <strong>PSP</strong> em nosso território, ou uma explicação em relação aos preços aqui cobrados. E nem era de se esperar o contrário. Acredito que será apenas isso que escutaremos da Sony, pelo menos nas próximas semanas. Quem sabe antes do Natal eles voltem a falar algo mais. Por enquanto, é pouco, mas é o que temos. E claro, quem souber de mais detalhes, agora é a hora de dizer. Use o espaço democrático aí embaixo.</p>
<p>E bom fim de semana.</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Agora é oficial: Google Chrome OS (atualizado)</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/agora-e-oficial-google-chrome-os-atualizado/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 06:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Morimoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é de hoje que se especula sobre o lançamento do &#34;Google OS&#34;, um sistema operacional para micros PC baseado em nuvem, que viria para competir com o Windows. Inicialmente especulava-se que o Google OS seria uma distribuição Linux, mas os boatos foram perdendo força com o tempo, especialmente depois que foi anunciado o Android, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é de hoje que se especula sobre o lançamento do &#34;Google OS&#34;, um sistema operacional para micros PC baseado em nuvem, que viria para competir com o Windows. Inicialmente especulava-se que o Google OS seria uma distribuição Linux, mas os boatos foram perdendo força com o tempo, especialmente depois que foi anunciado o Android, [...]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Quem fez o vídeo do Google Chrome OS?</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/quem-fez-o-video-do-google-chrome-os/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 23:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Dória</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Google Chrome OS, sistema operacional da Google voltado para netbooks, foi anunciando hoje.
No anúncio de lançamento, quem está chamando a atenção não é somente o sistema, mas quem criou o vídeo de apresentação do Google Chrome OS.
É simples, bem feito e didático e está sendo &#8220;retuitado&#8221; sem parar.
O responsável é o estúdio Epipheo (de epifania [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE5AI0OF20091119" target="_blank">Google Chrome OS</a>, sistema operacional da Google voltado para netbooks, foi anunciando hoje.</p>
<p>No anúncio de lançamento, quem está chamando a atenção não é somente o sistema, mas quem criou o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=0QRO3gKj3qw" target="_blank">vídeo de apresentação</a> do Google Chrome OS.</p>
<p>É simples, bem feito e didático e está sendo &#8220;retuitado&#8221; sem parar.</p>
<p>O responsável é o estúdio <a href="http://www.epipheostudios.com/" target="_blank">Epipheo</a> (de epifania + vídeo), fundado por um cinegrafista e um publicitário, de Washington, nos EUA, em maio deste ano.</p>
<p>A empresa produziu antes para a Google o vídeo explicativo sobre o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rDu2A3WzQpo&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Google Wave</a>.</p>
</p>
<p>O trabalho é bem parecido ao do pessoal do <a href="http://www.commoncraft.com/" target="_blank">Common Craft</a> e não deixa de ser um bom exemplo de como usar vídeos e gráficos para falar de um assunto técnico de forma atraente.</p>
<p>Será que algum site de notícias já pensou em fazer algo parecido para explicar assuntos complexos?</p>
<p><strong>Veja também:</strong><br />
<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/09/05/desligue-o-computador-e-va-sair-com-os-amigos/" target="_blank"> Desligue o computador e vá sair com os amigos</a></p>
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		<title>Apple x Microsoft: as primeiras versões do Windows e do MacOS</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/apple-x-microsoft-as-primeiras-versoes-do-windows-e-do-macos/</link>
		<comments>http://blogs.ig.com.br/apple-x-microsoft-as-primeiras-versoes-do-windows-e-do-macos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Morimoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia e Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1983 a Apple apresentou uma grande novidade, o Lisa, que usava uma interface gráfica bastante elaborada e contava com uma suíte de aplicativos de escritório à lá Office. A interface funcionava bem, os aplicativos rodavam com um desempenho surpreendente e a configuração era muito superior à dos PCs da época.O problema era o preço: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1983 a Apple apresentou uma grande novidade, o Lisa, que usava uma interface gráfica bastante elaborada e contava com uma suíte de aplicativos de escritório à lá Office. A interface funcionava bem, os aplicativos rodavam com um desempenho surpreendente e a configuração era muito superior à dos PCs da época.O problema era o preço: [...]</p>
]]></content:encoded>
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