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	<title>iG - Blogs e Colunistas &#187; Gastronomia</title>
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	<description>Lista completa de todos os blogs e colunas presentes no portal iG</description>
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		<title>Bolo invertido de peras e especiarias</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:59:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Cara Rita,
Fui ao supermercado e voltei com meia dúzia de peras lindas. Lembrei-me de uma receita sua, que fiz quando eu ainda era recém-casada. Era um bolo com fatias de pera por cima. Na época, achei um pouco difícil, mas os meus dotes culinários melhoraram muito! Acho que agora vou fazer de olhos fechados. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Rita,</p>
<p>Fui ao supermercado e voltei com meia dúzia de peras lindas. Lembrei-me de uma receita sua, que fiz quando eu ainda era recém-casada. Era um bolo com fatias de pera por cima. Na época, achei um pouco difícil, mas os meus dotes culinários melhoraram muito! Acho que agora vou fazer de olhos fechados. O problema é que fucei no Panelinha todo, nos seus blogs, mas não achei a receita. </p>
<p>Como&#8230;</p>
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		<title>Bambi e a volta do chocolamour</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:23:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante 50 anos, o Bambi foi um dos mais tradicionais restaurantes árabes de São Paulo. E provavelmente você deve lembrar dele, mas, talvez, não por sua comida árabe (que, aliás, é ótima). E sim por isso aqui:

O chocolamour, a sobremesa feita com sorvete de chocolate, calda quente de chocolate, chantilly e farofa. Desejo de consumo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante 50 anos, o Bambi foi um dos mais tradicionais restaurantes árabes de São Paulo. E provavelmente você deve lembrar dele, mas, talvez, não por sua comida árabe (que, aliás, é ótima). E sim por isso aqui:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9755" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/70e35_chocolamour.jpg" alt="chocolamour" width="300" height="400" /></p>
<p>O chocolamour, a sobremesa feita com sorvete de chocolate, calda quente de chocolate, chantilly e farofa. Desejo de consumo dos adolescentes dos anos 80, lembrança de várias tardes de sábados com as amigas&#8230;. E que voltou agora, com a reabertura do restaurante, e está igualzinho. Custa R$ 14.</p>
<p>Claro, para quem se interessar, o Bambi também foi um dos precursores dos sanduíches tipo Beirute em São Paulo. O Arayess _pão sírio tostadinho, recheado com kafta temperada com tahine_ é divino. E tem um ótimo cordeiro marroquino preparado pelo chef Benon Chamillian.</p>
<p>Bambi: rua Jorge Coelho, 162, Itaim Bibi, tel. 11 3071-4600</p>
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		<title>A saga do sagu</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os posts de sagu renderam muitos e-mails e muitas ideias bacanérrimas para variar o clássico da infância de tanta gente. A Letícia escreve de Curitiba para contar que a avó dela faz dois tipos de sagu. Um de abacaxi, e outro, que achei interessantíssimo, de leite. Esse segundo leva creme de leite e gemada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os posts de sagu renderam muitos e-mails e muitas ideias bacanérrimas para variar o clássico da infância de tanta gente. A Letícia escreve de Curitiba para contar que a avó dela faz dois tipos de sagu. Um de abacaxi, e outro, que achei interessantíssimo, de leite. Esse segundo leva creme de leite e gemada na finalização. Deve ser um escândalo de bom. Depois ela conta: “Minha avó faz uma coisa, que&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuscuz marroquino</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/cuscuz-marroquino/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 19:11:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Rita,
Adorei o que você escreveu sobre cuscuz e comida marroquina. Achei divertido você comparar o prato que recebe todo tipo de ensopado, sem preconceitos, com um colo de mãe.
 Estou com vontade de experimentar, mas não faço a menor ideia do que seja cuscuz e também não entendi muito bem se ele é um acompanhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>Rita,</p>
<p>Adorei o que você escreveu sobre cuscuz e comida marroquina. Achei divertido você comparar o prato que recebe todo tipo de ensopado, sem preconceitos, com um colo de mãe.</p>
<p> Estou com vontade de experimentar, mas não faço a menor ideia do que seja cuscuz e também não entendi muito bem se ele é um acompanhamento ou também é um prato principal. </p>
<p>Também quero aproveitar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Valentina: almoço como lá em casa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 19:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[ Comida farta, sem frescura e caprichada. A ideia do Valentina em si já é uma delícia. O restaurante funciona apenas para o almoço. Tem um buffet de saladas e duas ou três opções de prato. Sempre uma massa, uma carne e um vegetariano. O menu é montado no dia com os produtos frescos, comprados no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Comida farta, sem frescura e caprichada. A ideia do Valentina em si já é uma delícia. O restaurante funciona apenas para o almoço. Tem um buffet de saladas e duas ou três opções de prato. Sempre uma massa, uma carne e um vegetariano. O menu é montado no dia com os produtos frescos, comprados no mercado. Como a chef Mariana Valentini trabalhou um tempinho na Itália, seu cardápio também tem um pé por lá (todas as massas são frescas, feitas diariamente pela manhã). E o outro na cozinha caseira brasileira, naquele almoço, durante a semana, na casa da mãe, sabe?</p>
<p>No dia em que visitei o restaurante, minha escolha foi um frango, que ficou marinando na cerveja desde a noite anterior, servido com arroz e farofa, em farta porção:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9748" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/805a0_valentina_frango.jpg" alt="valentina_frango" width="400" height="350" /></p>
<p> Como sobremesa, brigadeiro de colher:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9749" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/805a0_valentina_brigadeiro.jpg" alt="valentina_brigadeiro" width="300" height="400" /></p>
<p>Aliás, neste mês, para comemorar o aniversário da chef, os brigadeiros são &#8220;presente&#8221;.</p>
<p>Valentina: rua Dr. Renato Paes de Barros, 62, Itaim Bibi, São Paulo. Tel. 3167-2988.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aromas de Casablanca</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo do mês, minha Dora fez aniversário. Ela ganhou bolo, brigadeiro, a visita de parentes e amigos e também alguns presentes. Como mãe da aniversariante, ganhei um livro. E o Gabriel, por ser irmão, ganhou outro. 
Um pouco antes da hora de dormir, a minha cama virou um ringue. “Hoje a mamãe vai ler [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No começo do mês, minha Dora fez aniversário. Ela ganhou bolo, brigadeiro, a visita de parentes e amigos e também alguns presentes. Como mãe da aniversariante, ganhei um livro. E o Gabriel, por ser irmão, ganhou outro. </p>
<p>Um pouco antes da hora de dormir, a minha cama virou um ringue. “Hoje a mamãe vai ler o meu livro”, dizia um. “Não, o meu”, berrava o outro. Decidi colocar um fim na luta&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A moda do bife com batata frita e molho especial</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[OK, bife com batatas fritas deve estar entre os pratos mais consumidos no Brasil desde sempre. Mas, agora, em São Paulo, o prato que considerávamos tão nacional ganhou um roupagem francesa e é vedete de mais um restaurante, o L´Entrecôte de Paris. Assim como o L´Entrecôte de Ma Tante, do chef Olivier Anquier, o novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>OK, bife com batatas fritas deve estar entre os pratos mais consumidos no Brasil desde sempre. Mas, agora, em São Paulo, o prato que considerávamos tão nacional ganhou um roupagem francesa e é vedete de mais um restaurante, o L´Entrecôte de Paris. Assim como o L´Entrecôte de Ma Tante, do chef Olivier Anquier, o novo restaurante tem no cardápio apenas um prato: o entrecôte (parte da bisteca do contrafilé), servido com um molho secreto e acompanhado de batatas fritas, que você pode repetir à vontade. Antes, como entrada, uma saladinha de folhas verdes com nozes e molho mostarda.</p>
<p>Ao sentar à mesa, a garçonete informa que o molho leva 21 ingredientes especiais. E a carne passa por quatro processos de cozimento, durante 36 horas. Dá para notar entre os &#8220;ingredientes especiais&#8221; um tanto de cominho, mas aqui o molho é bem mais suave do que o servido por Anquier no restaurante concorrente. Já a carne ficou 2 ou 3 minutos a mais do que &#8220;ao ponto&#8221;, como havia sido pedido. Batatas palitos fininhas e crocantes, daquelas que a gente vai comendo uma atrás da outra, sem nem perceber&#8230;</p>
<p><img src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/84031_entrecote.jpg" alt="entrecote" width="400" height="350" /></p>
<p>No final, as sobremesas clássicas francesas:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9742" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/84031_entrecote_tartetatin.jpg" alt="entrecote_tartetatin" width="400" height="350" /></p>
<p>Torta de maçã com sorvete de creme</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9745" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/84031_entrecote_cremebrulee.jpg" alt="entrecote_cremebrulee" width="400" height="280" /></p>
<p>Creme brulée</p>
<p> </p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9741" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/984bc_entrecote_pudimleite.jpg" alt="entrecote_pudimleite" width="400" height="300" /></p>
<p>e um pudim de leite</p>
<p>O entrecôte custa R$ 34,50 no almoço e R$ 39,50 no jantar.</p>
<p>L´Entrecôte de Paris: rua Pedroso Alvarenga, 1135, Itaim Bibi, São Paulo. Tel. 3078-6942</p>
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		<title>Donos do Ici Bistrô vão abrir “diner”</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[O chef Benny Novak e seu sócio Renato Ades (Ici Bistrô e Tappo Tratoria) abrem em dezembro um terceiro restaurante, o Diner 210, também na rua Pará, em Higienópolis.
A casa vai servir comida tradicional dos dinners americanos: hambúrgueres, vários tipos de ovos, bagel, rosbife, corn beef (parecido com pastrami, mas feito com peito de boi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O chef Benny Novak e seu sócio Renato Ades (Ici Bistrô e Tappo Tratoria) abrem em dezembro um terceiro restaurante, o Diner 210, também na rua Pará, em Higienópolis.</p>
<p>A casa vai servir comida tradicional dos dinners americanos: hambúrgueres, vários tipos de ovos, bagel, rosbife, corn beef (parecido com pastrami, mas feito com peito de boi não defumado), chicken wings (asinhas de frango crocantes), sopa matzo ball, onion rings, ribs (costelas), espaguete com almôndegas, Philly Steak (sanduíche longo com carne, cebola, cogumelo e queijo gruyere derretido),  double cut bacon (fatia gigante de bacon fresco grelhado), cachorro-quente, cobb salad (salada com ovos, bacon, alface, roquefort) com ou sem lagosta e uma seleção de grelhados.</p>
<p>A ideia é ficar aberto até a 1h, pelo menos, para aquela fome de final de noite&#8230;</p>
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		<title>Donos do Ici Bistrô vão abrir “dinner”</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[O chef Benny Novak e seu sócio Renato Ades (Ici Bistrô e Tappo Tratoria) abrem em dezembro um terceiro restaurante, o Dinner 210, também na rua Pará, em Higienópolis.
A casa vai servir comida tradicional dos dinners americanos: hambúrgueres, vários tipos de ovos, bagel, rosbife, corn beef (parecido com pastrami, mas feito com peito de boi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O chef Benny Novak e seu sócio Renato Ades (Ici Bistrô e Tappo Tratoria) abrem em dezembro um terceiro restaurante, o Dinner 210, também na rua Pará, em Higienópolis.</p>
<p>A casa vai servir comida tradicional dos dinners americanos: hambúrgueres, vários tipos de ovos, bagel, rosbife, corn beef (parecido com pastrami, mas feito com peito de boi não defumado), chicken wings (asinhas de frango crocantes), sopa matzo ball, onion rings, ribs (costelas), espaguete com almôndegas, Philly Steak (sanduíche longo com carne, cebola, cogumelo e queijo gruyere derretido),  double cut bacon (fatia gigante de bacon fresco grelhado), cachorro-quente, cobb salad (salada com ovos, bacon, alface, roquefort) com ou sem lagosta e uma seleção de grelhados.</p>
<p>A ideia é ficar aberto até a 1h, pelo menos, para aquela fome de final de noite&#8230;</p>
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		<item>
		<title>A Cozinha da Alcobaça e a comida de Manaus</title>
		<link>http://blogs.ig.com.br/a-cozinha-da-alcobaca-e-a-comida-de-manaus/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comidinhas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[De volta a São Paulo e direto para dois eventos delícia de gastronomia na cidade. Semana passada, foi o lançamento de &#8220;A Cozinha da Alcobaça&#8221;, livro com saborosas histórias e receitas de Laura Góes e sua cozinha na Pousada da Alcobaça, em Petrópolis (RJ); e ontem o lançamento de &#8220;Culinária Japonesa para Brasileiros&#8221;, dos chefs Carlos Ribeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De volta a São Paulo e direto para dois eventos delícia de gastronomia na cidade. Semana passada, foi o lançamento de &#8220;A Cozinha da Alcobaça&#8221;, livro com saborosas histórias e receitas de Laura Góes e sua cozinha na Pousada da Alcobaça, em Petrópolis (RJ); e ontem o lançamento de &#8220;Culinária Japonesa para Brasileiros&#8221;, dos chefs Carlos Ribeiro (que também comemorou seus 50 anos) e Masayoshi Matsumoto.</p>
<p>O primeiro teve direito a jantar no Carlota, com menu preparado pela própria Laura Góes e pela dona da casa, a chef Carla Pernambuco.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9691" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/f4cbe_pato1.jpg" alt="pato" width="400" height="300" /></p>
<p>Comemos um pato com molho de vinho e laranja, servido com batatas douradas, pirão de maçã e legumes trazidos direto da horta de dona Laura e feitos no vapor (a couve-flor estava sensacional).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9692" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/f4cbe_bolochocolate.jpg" alt="bolochocolate" width="400" height="300" /></p>
<p>Como sobremesa, uma torta de chocolate com casquinha bem ao dente por cima e amêndoas caramelizadas. Servida com doce de coco do engenho e sorvete de creme.</p>
<p>Anote as <strong>receitas </strong>(fonte: Livro A Cozinha da Alcobaça):</p>
<p><strong>Pato da Alcobaça</strong></p>
<p>Para servir bem 4 pessoas:</p>
<p> 1 pato de 2 kg no mínimo<br />
1 limão<br />
4 xícaras de suco de laranja<br />
As cascas das laranjas<br />
4 dentes de alho descascados<br />
750 ml de vinho branco seco (1 garrafa)<br />
6 galhinhos de alecrim fresco<br />
1/4 de xícara de xarope de caramelo (veja explicação abaixo)<br />
2 colheres de chá de sal<br />
1 colher de café de pimenta moída na hora<br />
1 cebola média cortada grosseiramente<br />
1 talo de alho-poró com as partes verdes, cortado em pedaços grandes<br />
1 talo de aipo com as folhinhas mais tenras<br />
salsa com as hastes</p>
<p>Mode de fazer<br />
&#8220;Esfrega-se muito bem o pato com o limão, por dentro e por fora. Em seguida, tempera-se com o sal e a pimenta por dentro e por fora.<br />
Passa-se no liquidificador o suco e o vinho com o alho e o alecrim desfolhado. Mergulha-se o pato nessa vinha d´alhos por uma noite e deixa-se na geladeira se estiver fazendo muito calor.<br />
Põe-se o pato numa assadeira, juntando-se os líquidos até a metade da altura das bordas. Cobre-se com folha de alumínio e leva-se ao forno quente por cerca de uma hora, até que o pato fique bem macio.<br />
Tira-se a cobertura e aproveita-se para retirar a gordura que ficou por cima do molho. Volta-se ao forno médio até que o pato fique bem tostado.<br />
Divide-se o pato em quatro partes _ dois peitos e duas coxas. Retiram-se as lasquinhas de carne presas aos ossos, que são reservadas e acrescentadas depois ao molho.<br />
O molho: despeja-se numa panela de ferro os líquidos do tempero que não couberam na assadeira antes de ela entrar no forno e os que sobraram nela, depois que o pato estiver assado. Deixa-se secar essa mistura em fogo baixo. Na assadeira onde o pato foi assado, põem-se os ossos, a cebola média cortada grosseiramente, o talo de alho-poró com as partes verdes, cortado em pedaços grandes, o talo de aipo com as folhinhas mais tenras, a salsa com as hastes e os raminhos de alecrim. Leva-se ao forno médio remexendo de vez em quando, até que tudo fique bem tostado. Despeja-se água fervendo por cima e leva-se ao fogo, dissolvendo a crosta que ficou agarrada à fôrma.<br />
Junta-se então o molho resultante dessa fervura à panela onde se secou a vinha d´alhos e o excesso da assadeira. Cobre-se com água. Obtém-se um líquido escuro, que deve ser reduzido a 3 ou 4 xícaras. Passa-se numa peneira e engrossa-se o molho com farinha de trigo dissolvida em água até a consistência desejada: não deve ser muito grosso. Só então tempera-se com sal e pimenta, provando para acertar o paladar.<br />
A última coisa a acrescentar é o xarope de caramelo, que se faz assim: numa panelinha, leva-se ao fogo médio 1/4 de xícara de açúcar, mexendo até que o açúcar se dissolva e escureça, sem que fique queimado demais e amargo; por cima, derrama-se meia xícara de água fervendo, mexendo até obter um xarope, que se junta ao molho, aos poucos, provando sempre.<br />
Arrumam-se os pedaços de pato numa assadeira, com as lasquinhas de carne. Leva-se ao forno bem baixo, por cerca de meia hora, para que o molho entranhe bem no pato.&#8221;</p>
<p><strong>Doce de coco do Engenho</strong></p>
<p>&#8220;Numa panela de alumínio de fundo grosso e bem nivelado ponho:<br />
1 e 1/2 xícara de coco ralado bem comprimido<br />
12 gemas, de preferência de ovos de galinha caipira, bem amarelinhos, peneirados<br />
1/2 fava de baunilha cortada longitudinalmente, com o miolo raspado, ou 1 pau de canela<br />
4 e 1/2 xícaras de açúcar cristal<br />
400 ml de leite de coco bem espesso</p>
<p>Leva-se tudo a fogo médio, remexendo de vez em quando com colher de pau. Assim que ferver pela beirada, dá-se uma boa mexida e o doce estará pronto&#8230;.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>No domingo, foi a vez de comemorar os 50 anos do chef Carlos Ribeiro e lançamento do seu novo livro, com receitas japonesas. Mas o cardápio foi manauara, preparado pelo chef do Hotel Pergamon, William Katô Bindá:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9693" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/f4cbe_patotucupi.jpg" alt="patotucupi" width="400" height="300" /></p>
<p>Começamos com um pato no tucupi e jambu: carne macia, caldo só morno, gostoso para o dia quente, e o jambu para dar aquela &#8220;amarrada&#8221; deliciosa na boca e deixar a língua anestesiada</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9694" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/ec993_fetuccinepupunha.jpg" alt="fetuccinepupunha" width="400" height="300" /></p>
<p>Depois, um fetuccine de pupunha (uma das melhores invenções da culinária recente) com creme de camarão</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9695" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/ec993_sorbetacai.jpg" alt="sorbetacai" width="400" height="300" /></p>
<p>Sorbet de açaí para limpar o paladar</p>
<p><img src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/f8986_tambaqui.jpg" alt="tambaqui" width="400" height="300" /></p>
<p>E tambaqui (um pouco seco), ao perfume de capim santo e creme de tubérculos Maria Eunice</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-9697" src="http://blogs.ig.com.br/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/f8986_pudimtapioca.jpg" alt="pudimtapioca" width="400" height="300" /></p>
<p>Como sobremesa: pudim de tapioca servido com calda de jaca (a melhor coisa do jantar)</p>
<p>Todos esses pratos passam a fazer parte desde já do novo menu do restaurante do <a href="http://www.pergamon.com.br/">Hotel Pergamon</a>: rua Frei Caneca, 80,  Consolação, São Paulo. Tel.  (11) 3123.2021.</p>
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